O movimento que começou há mais de um ano criou corpo e teve a primeira campanha divulgada nesta segunda-feira (9), no auditório da Fecomércio pelo presidente da Propague, Roberto Costa, que desenvolveu o material publicitário do movimento Floripa Sustentável.

Floripa Sustentável irá discutir soluções para desenvolvimento da Capital

11/10/2017

O movimento que começou há mais de um ano criou corpo e teve a primeira campanha divulgada nesta segunda-feira (9), no auditório da Fecomércio pelo presidente da Propague, Roberto Costa, que desenvolveu o material publicitário do movimento Floripa Sustentável.

Floripa Sustentável é um movimento criado para trocar ideias e fomentar soluções eficazes para o desenvolvimento da cidade. Inicialmente o grupo é formado por 30 entidades que se juntaram para debater ideais e projetar o futuro de Florianópolis.

Podem participar do movimento empreendedores, profissionais liberais, trabalhadores, ONGs, entidades de classe e estudantes que querem unir esforços para transformar a capital numa cidade criativa, sustentável, inovadora, capaz de crescer preservando o patrimônio cultural e natural de Florianópolis.

De acordo com Lidomar Bison, presidente da CDL de Florianópolis – uma das entidades assinantes do manifesto, “o desenvolvimento sustentável no seu sentido amplo é o que beneficia a todos, incluindo o comércio. Num cenário de maior harmonia, havendo renda, desenvolvimento e preservação ambiental, o comércio tem uma performance muito superior”, afirma.

Um dos idealizadores do projeto, Vinicius Lummertz, presidente da Embratur, conta que está otimista com o momento. “Florianópolis ainda é a melhor cidade do Brasil, mas retrocedeu nos últimos anos, porque turismo requer novidades. Com o movimento vamos buscar o equilíbrio para atrair investidores de forma prudente e transparente”, ressalta.

Coordenando a primeira fase do projeto, Luciano Pinheiro, presidente da ACIF, convida a população para se inscrever no site Floripa Sustentável para discutir sobre o futuro de Florianópolis. “Não podemos ficar somente no debate, devemos avançar com pesquisas e estudos mais técnicos que permita decidir o melhor pra cidade. Com os estudos teremos proposições e assim chegar num consenso comum”, explica o empresário.


Fonte:: Redação