O Arte Favela, patrocinado pelo Mercantil do Brasil desde 2009, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH, iniciou em junho a temporada 2017 com o projeto Graffiti nos Centros Culturais.

Arte Favela realiza grafite no Centro Cultural Zilah Spósito

19/10/2017

O Arte Favela, patrocinado pelo Mercantil do Brasil desde 2009, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH, iniciou em junho a temporada 2017 com o projeto Graffiti nos Centros Culturais.

A iniciativa vem produzindo murais grafitados nas fachadas e/ou entornos de cinco Centros Culturais de Belo Horizonte: Vila Marçoola, São Geraldo, São Bernardo, Zilah Spósito e Urucuia. Todos em Belo horizonte.

O Centro Cultural Zilah Sposito será o quinto a receber o projeto, entre os dias 16 e 19 de outubro. O último encontro, no Centro Cultural São Bernardo, homenageou o grupo Rosas do São Bernardo, formado por senhoras com mais de 50 anos de idade, que trabalham para a divulgação da cultura popular e o resgate da memória e do patrimônio cultural da região.

Essa é a proposta executada pelos quatro artistas plásticos e grafiteiros do projeto: utilizar as técnicas do grafite e das artes visuais para resgatar a história de cada região e valorizar a cultura local, promovendo o sentimento de pertencimento na comunidade e de ocupação dos espaços da Prefeitura de Belo Horizonte.

Em São Geraldo, o destaque foi para as bordadeiras da comunidade; em Urucuia, a Serra do Rola Moça e o resgate do surgimento do Barreiro e no Vila Marçola a história do início da comunidade, a partir da fazenda que pertencia à família que dá nome à região.

O projeto tem a expectativa de reunir 120 crianças, jovens e adultos que participarão das oficinas de arte e moradores das comunidades do entorno dos Centros Culturais. O projeto também prevê a geração de renda para os envolvidos com a criação dos painéis como forma de garantir a sustentabilidade da iniciativa e a valorização dos artistas.

O Arte Favela é uma proposta que integra ações culturais, desenvolvimento social e educativo, ao mesmo tempo em que promove a inserção social e cultural das pessoas que vivem em comunidades de Belo Horizonte.


Fonte:: Redação