SMILE!

25/02/2019


Topa um desafio?

Esboce um sorriso! Mas abra um sorriso com vontade.

Agora, tente lembrar de alguma coisa ruim! Não é fácil, né? 

Ok, não dá pra ficar o dia todo com um sorriso no rosto. Os mau humorados de plantão não perdoarão, mas é justamente no aceitar ou não de uma atitude ou na decisão de estar “de bem ou de mal” com a vida que a gente determina claramente o quanto o seu dia, um trabalho, uma reunião, um projeto ou sua própria postura de vida podem estar mais leves ou pesadas.

Imagine agora que você está na expectativa de um projeto, um job, um cliente ou um negócio. Este momento de espera é mais cheia de bons ou maus pensamentos?

A gente pensa mais que vai dar certo, mantendo uma esperança positiva ou ficamos antecipadamente putos, imaginando o pior e já falando mal do processo?

No final das contas, pensar positiva ou negativamente dá o mesmo trabalho. E claro, ninguém aqui é ingênuo e a possibilidade das coisas não acontecerem é real, mas não precisamos sofrer com antecedência.

Deixar as coisas envoltas numa aura de boa expectativa faz a gente ficar num ambiente melhor e com este leve sorriso no rosto os pensamentos e acontecimentos ruins não têm espaço para chegar.

A gente tá falando de um verdadeiro filtro que precisamos nos instalar no meio de um mundo em que somos bombardeados sistemática e diariamente por milhões de Terabytes de informações, dados, comentários, opiniões, críticas, boas e más notícias e aff... precisamos decidir melhor o que deixar entrar na gente ou não.

Vivemos a síntese do mundo onde impera o “FOMO” (Fear Of Missing Out): o medo de perder alguma coisa e por conta disso, a gente está cada vez mais menos reativo à tudo o que recebemos e de byte em byte esta falta de resistência acaba fazendo com que “nosso HD” acabe ficando cheio e sua performance cai drasticamente.

E com as informações chegando numa velocidade tão grande, somos obrigados a ser superficiais. Apenas resvalamos nos assuntos, não sabemos nada muito profundamente e nos estressamos em buscar saber um pouco deste tudo também.

O próprio crescimento do EAD (Ensino À Distância) mostra o quanto até o ensino teve que se moldar às novas tecnologias, às novas gerações e a dificuldade que impera hoje em mantermos o interesse e a atenção em conteúdos que sejam muito longos.

As antigas aulas de 50 minutos hoje são substituídas por divertidas aulas em vídeo, com informalidade e toda a sorte de artimanhas para manter os a lunos conectados.

Pesquisas dizem que hoje não conseguimos manter alguém conectado por mais do que 20 minutos num conteúdo, outras dizem que são 15, 12 e até 8 minutos. Em outras palavras, entendemos porque hoje qualquer palestra busca novos formatos e personagens menos previsíveis, mais surpreendentes, divertidos e inspiradores.

Dá pra entender também porque virou moda transformar o conteúdo numa aula de aeróbica ou em uma grande catarse feita em cima de emoções arrancadas a fórceps da audiência e a sempre presente promessa de uma guinada de vida imediata, a proximidade do primeiro milhão, o encontrar com seu propósito ou a cura de todos os males que lhe afligem, a começar pelas suas próprias travas.

E tudo isso, você recebe com um sorriso no rosto ou não?

Aceita o que vem ou sabe como julgar, filtrar e impedir que informações desnecessárias ocupem um importante espaço? Chegou o momento de um leve sorriso impedir que qualquer coisa seja assimiliada. É o momento de agirmos!

Sorria e tenha cuidado com as informações que você recebe.

Sorria e repense os formatos dos conteúdos que você consome.

Sorria e avalie com critério os palestrantes e autores com quem que vai abrir.

Sorria e entenda como funciona a mente atual, principalmente das novas gerações.

Sorria e se crie um filtro poderoso para tudo que chega para você.

Sorria e aceite que para todas as inúmeras respostas que você busca, só existe um caminho: Fazer as melhores perguntas.

WHO?            QUEM?
WHAT?           O QUÊ?
WHERE?        ONDE?
WICH?            QUAL?
HOW?             COMO?
WHEN?           QUANDO?
WHY?             PORQUE?

Por Dil Mota.

TAGs: