Da vez, porque é bom

05/07/2018


No mundo ao vivo das ações e eventos do Live Marketing, existem ferramentas e modalidades que ocupam espaço em dado momento.

Clique e assista a live do Tony sobre este conteúdo

Muito se deve a tendências mundiais, mas muito e, diria, a maior parte, ao que faz sentido e se enquadra no que precisamos, pelo custo e adequação ao tempo.

Nos últimos tempos, o e-sports, a gameficação, a tecnologia para eventos e o bom e velho M.I.C.E. valem ouro.

O e-sports ou como a gente chama por aqui, o esporte eletrônico ou ciberesporte, veio para ficar.

Ele inclui a modalidade de competição profissional com videogames e não é muito novo pra muita gente, como o Ronan, meu filho, que sabe tudo sobre ele há muito tempo, como praticante e profissional de Marketing que faz uso dele em seus Planejamentos e Criações..

Vem crescendo e ganhando espaço nas competições organizadas de jogos eletrônicos, especialmente entre os profissionais, onde o Brasil tem centena de participantes.

Os gêneros de jogos mais comuns associados com esportes eletrônicos são os de RTS, FPS, e MOBA. Eventos como o Intel Extreme Masters e o WCG fornecem tanto transmissões ao vivo de competições, como prêmios em dinheiro para os concorrentes.

Para quem quer entender o sucesso é só lembrar de sucessos, como Legue of Legends, Dota 2, Counter-Strike, Starcaft e outros.

A Gameficação, ferramenta forte do Live, é, segundo definição de Rafaela Espíndola no edools, o uso de mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar pessoas, resolver problemas (de Comunicação, inclusive) e melhorar o aprendizado, motivando ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos.

De forma lúdica, e interessante, complementaria eu. E aí, as Redes Sociais e o Mobile, são canais potentes e importantes a se explorar.

Nessa linha, a tecnologia voltada para eventos, como faz, por exemplo, o Cainã Magalhães da Fly Vision, tem apresentado soluções tailor made que seduzem pessoas – consumidores e shoppers, proporcionando experiências únicas.

Mas, sem dúvida nenhuma, a cereja do bolo da gente é o M.I.C.E., as reuniões, incentivos, congressos e exposições e feiras (Meetings, Incentives, Conferences, and Exhibitions). É uma sigla usada em referência a um tipo específico de eventos com estreita relação com o turismo, porque, normalmente, está relacionado com viagens e, no qual grandes grupos, geralmente planejados com antecedência, se reúnem para um propósito particular.

De tão específico e técnico, conta com Agências especializadas no seu negócio ou núcleos internos dentro de Agências que só trabalham o M.I.C.E.

São Paulo é o paraíso do M.I.C.E. e detém profissionais feríssimos no nicho, como Elza Tsumori, Toni Sando, Sergio Junqueira, Edmundo Monteiro, Jorge Medauar, José Gaspar Brandão, Octávio Neto, Silvana Torres, Luiz Alberto de Salles Oliveira e tantos mais e, não por outra razão, vive repleto de Eventos e é o destino preferido dele.

Aprendo com esses nomes, que não sou bobo. Mas parece que redes hoteleiras ainda não atentaram para isso e temos destinos maravilhosos que não perceberam ainda os caminhos do M.I.C.E.

Quem desejar saber mais sobre o  M.I.C.E., o site micebrasil.net.br e o Comitê de Marketing de Incentico e o GEA da Ampro são bons caminho.

Da vez, ou da hora, quem quiser trabalhar no nosso mercado pode ir se acostumando com esses nomes e siglas ou pode “catar coquinho”, concorrendo no preço.

Tony Coellho escreve artigos sobre o mercado de Comunicação e Marketing