BE FAN. BE FUN.

21/10/2019


Estar no lugar certo e na hora certa é sempre a nossa maior torcida.

E o lugar certo era uma casinha branca e nem parecia que havia um escritório ali. Ficava ali na Rua Tavares Cabral, bem ao lado da sede de uma das maiores agências de Live Marketing do Brasil. A hora certa havia sido a indicação feita pelo amigo de muitos anos Paulo Prado (ou Tiozinho, como eu o chamo) logo após minha saída da Rock. O bate papo inicial foi com a Lizandra Duarte – e foi nele que acertamos para eu trabalhar na FANCLUB (na época ainda parte da Holding Clube e a agência responsável por todos os jobs relacionados ao universo esportivo, em especial o futebol).

Era o comecinho de 2010, ano de Copa, e muitos jobs relacionados estavam chegando, numa série de novos projetos que eram foco da área de novos negócios que envolvia a FanClub e também o Banco de Eventos.

Comandada pela super Joyce Ruiz e ainda com Fernanda Graeff, Gustavo Racy, Kelly Ary e participações de novos profissionais que debutavam no grupo. Era um trabalho gostoso, feito por um grupo pequeno, mas talentosíssimo e tinha como foco principal uma paixão nacional: um tema que sempre rendia discussões acaloradas e muito “pano pra manga” na abordagem dos projetos.

A casinha em questão tinha um quê de misteriosa. E o Digo (Rodrigo Leme), sempre presente em muitos projetos que eram feitos em conjunto com o BE, não ficava sozinho lá nem com reza brava. Tempos depois inclusive, ele acabou assumindo a agência juntamente com o Alê Salas e um time que ainda tinha o Guga (Felipe Relva) e o Tonico (Antonio Figueiredo), mas tempos depois a FanClub passou para as mãos do querido Alê Sophia, que hoje a continua dirigindo, já em um formato independente e com muito sucesso.

Trabalhar com futebol, samba, carnaval, consumidores, torcedores, torcida, paixão, , grandes marcas, grandes desafios e pessoas inesquecíveis foi o grande troféu deste início de relacionamento com este grupo de agências realmente incríveis e onde tive a oportunidade de conhecer muito mais de perto outras duas, que em breve farão parte desta coluna, mas naquele segundo andar da casinha branca eu comecei a conhecer um mundo diferente que obviamente tinha muito de toda a história construída até então, mas que possuia uma outra energia e outra dimensão.

E hoje, dia de #MTT (Monday To Thank), eu gostaria primeiramente agradecer ao amigo Paulo Prado pela “ponte”, já que eu que indico tanta gente por aí no mercado, sinto que é a gratidão que pode definir esse momento em que eu tive a oportunidade de receber uma.

Agradeço muitíssimo também à Lizandra por ter feito o primeiro convite para iniciar uma das fases mais desafiadoras e ao mesmo tempo engrandecedoras da minha carreira, mas em especial eu gostaria de agradecer a Joyce Ruiz por ter sido tão acolhedora nestes poucos e intensos meses, ao mesmo tempo que deixava claro suas paixões pelo futebol e pelo trabalho que abraçava com igual sentimento. Agradecimentos também à Fê, Gustavo, Kelly, Rapha, os Pedros, Ricardo, Bruno, Carlos e outros tantos pelos jobs encarados com energia e vontade de fazer e acontecer, bem como Digo, Cata e outros profissionais do BE que eram envolvidos também nestes projetos.

Eu só posso agradecer à minha história (e que estou contando nestas últimas semanas), por ter me reservado lugares, projetos e principalmente pessoas que só posso ser grato por terem existido naquele momento certo, da forma certa e como tinha que ser… e é óbvio que como diz meu amigo Pulga Joe, existem “Dias de Roberto Carlos e Dias de Odair José” (rs) e o aprendizado que agradeço aqui não tem nada de “Polyana”: a gente aprende nas lições mais tranquilas como também nas mais contundentes e hoje olhando para traz a gente pode reconhecer toda essa importância.

E agradeço finalmente a FanClub Brasil de hoje, na figura do Alê Sophia, pela parceria de muitos anos e por termos feitos tantos projetos juntos. Um lugar também de pessoas íncrives, onde reencontrei a Fê, trabalhei também com a Letícia, Andrezza, Fred, Paulinho, Maguila, Beto, Fabi, Minutinho, Caetano, Biloca, Mateus, Edu e muitos outros que certamente a memória não vai conseguir buscar, mas a todos e sem exceção: um grande obrigado pelo espaço, confiança e liberdade em criar e planejar, enquanto eu buscava manter viva a essência que eu tinha aprendido bem no começo naquela “misteriosa” casinha branca e em pouquíssimas lições: como ser mais do que um profissional, ser um verdadeiro torcedor do que você faz e da agência onde você está. Um lugar para trabalhar, mas também se divertir ou em outras palavras: BE FAN & BE FUN.

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