A vida e o desafio

29/09/2019


Não deixe que a solidão te isole da razão.

Trabalhar não pode ser mais importante que viver.

Nos dias em que vivemos, onde a competitividade e a necessidade de se chegar ao fim do mês com um faturamento “X” nos consome, não se pode esquecer que:

Problema sem solução não é problema.

Muitas agências precisam ou precisaram dar passos para trás para poder andar para a frente. Algumas precisaram, até, terminar para ressurgir feito fênix, tempos depois.

E pouco importa se o nome muda, os objetivos mudam, a razão social muda, o sócio muda.

Quem não pode mudar no desejo empreendedor é você.

Você pode, e até deve, vir novo, no conhecimento, nas posições, no tamanho da mesa ou na configuração do espaço, mas saiba que errar é tão humano quanto recomeçar.

Não se envergonhe de recomeços.

Eles acontecem, o tempo todo, no mundo, com todo ser vivente.

Não se torne um escravo do trabalho, num cara de trabalho 24h.

Você não é máquina... nem Banco.

Escravidão causa dor. A maioria delas no peito e não tem nem tempo de curar.

Não se reprima, nem se deprima.

Depressão é filha do stress de quem acha que não pode errar, falhar ou perder.

Mas errar é humano, falhar é sintoma de que é preciso corrigir e perder é a propulsão da vitória, você, ao invés de sofrer, foque em descobrir qual foi a tática errada.

Os mais fantásticos empresários, artistas, profissionais e líderes foram os que mais perderam, falharam e erraram, mas souberam seguir.

A vida é sempre desafio difícil para os que sabem seguir, apesar... de você, das dores, dos tremores e dos problemas.

Nem adianta pensar em por fim a ela. Ela é sua, você a escolheu. Conquiste-a de vez.

As palavras podem até ajudar, mas é sua ação que vai fazer a diferença.

Viva 24h! Mas trabalhe 8, durma 8 e deixe as outras 8 horas para o que te faz feliz. Desde pessoas até um chopp, um filme, uma festa, um livro, um sorriso.

Ou...

Sorriu? Legal, estamos juntos.

Chorou? Legal, algo mexeu com você.

Dormiu?

Xiiii...

Onde tu tá?

 

Por Tony Coelho.

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