Fake News: O Ministério da Saúde pode contornar a epidemia virtual?

27/09/2018


Com o crescimento das redes sociais mais populares entre os brasileiros, o Facebook e o Whatsapp se tornaram os locais perfeitos para o desenvolvimento de uma das piores ''epidemias'' do século: as Fake News.

verdadeiroSomos bombardeados por novas informações o tempo todo, mas cometemos o erro de confiar na fonte ao invés de desconfiarmos da informação. O ciclo é basicamente: Ficar chocados com uma informação bombástica - muitas vezes uma notícia fora do lugar ou do contexto, ou um simples achismo que ganha repercussão - e a passamos adiante sem nos darmos conta da gravidade disso.

Até que este hábito se torna um problema de saúde pública, e até o Ministério da Saúde entra em campo. Atualmente o órgão percebeu que algo não estava certo, quando constatou que o número crianças vacinadas contra doenças como a Poliomelite e Tríplices Virais, por exemplo, caiu drásticamente.

Fonte: Folha de São Paulo

Foi então que o Ministério da Saúde teve que sair do habitual e atacar na fonte do problema. Afinal ''no caso da saúde, é muito mais grave, porque a notícia falsa mata'', conta Ugo Braga, diretor de Comunicação Social da pasta.

O motivo dos índices não é justificado somente pela epidemia virtual, mas os movimentos anti-vacina ganham força nas redes sociais e ajudam a piorar as estatísticas e o número de crianças e adultos afetados.

As ações desenvolvidas pelo órgão para amenizar esta situação, partem diretamente para as redes sociais. Para o WhatsApp, é simples: você adiciona o número (61) 99289-4640 aos seus contatos. Toda notícia que receber sobre saúde pública, é só encaminhar para o 'contatinho' que ele confere se é fake ou não.

Desde o último dia 20/09 o canal do Planalto no Youtube vem divulgando vídeos que enfatizam a importância da vacinação e quebram o discurso de que as imunizações são desnecessárias. Feitos com câmeras escondidas, trazem à tona a forma como muitos brasileiros encaram, sem reflexão, as informações falsas que são repassadas muitas vezes pela internet, amigos e familiares.


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Fonte: Folha de São Paulo, Ministério da Saúde e Agência Brasil

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