Acredito demais em Live Marketing não somente por conta das suas ferramentas, mas por elas serem o veículo que leva experiências para os consumidores.

O live da experiência

16/08/2017

Acredito demais em Live Marketing não somente por conta das suas ferramentas, mas por elas serem o veículo que leva experiências para os consumidores.

Num mundo com excesso de marcas, canais de contato e comunicação, acredito que a experiência se torna não um diferencial, mas o caminho. Por isso levanto a bandeira do setor há tantos anos tanto aqui no Promoview (que divide comigo a mesma crença), como fora dele.

Nos últimos anos, tentando aprofundar meu entendimento quanto ao que é experiência, passei a estudar mais a fundo o consumidor e o shopper analisando suas jornadas de compra e drive em lojas, bem como motivações de compra e descarte de produtos. Sem perceber, meu olhar passou a tentar pensar menos como o promocional de live marketing que olha para a marca, e mais para o cliente final.

Quando analisamos as ferramentas de live marketing não na visão das marcas, mas do consumidor, alguns ajustes acontecem. Ao meu ver, um destes ajustes é entender quando um projeto precisa do que tão famosamente chamamos de grande ideia, ou então uma simples ativação que apenas traga o público para mais perto da ação.

Quando uma campanha precisa de uma mecânica robusta que apresente diversos atributos do produto promocionado, ou quando dividiremos estes atributos em três ou quatro ações distintas (e menores) para interagir com o consumidor no momento em que ele realmente notará a importância destes benefícios.

Ou seja, a definição da força a ser colocada na transmissão da mensagem, bem como a forma de atuar com ele, não deve depender somente do momento da marca proponente da ação, mas também do próprio consumidor final.

Quando acompanhamos o consumidor e o shopper, entendemos que vezes pedem para ser impactados por ideias surpreendentes que os façam realmente prestar atenção na ativação, vezes precisam de informações simples sobre produtos ou processos que venham a facilitar o seu dia a dia. Porém, tanto em um quanto em outro, a experiência é importante, pois não só impacta e informa, como também ensina ou muda hábitos.

Afinal, ouvir é interessante.
Viver é especial.

 


Fonte:: João Riva