Marketing Social

Revistas femininas se unem contra a violência doméstica

Por: Redação. 13 de Março de 2020

Pela primeira vez na história, revistas femininas de diferentes editoras se uniram em uma ação digital importantíssima contra a violência doméstica no Mês da Mulher.

As sete revistas farão uma grande mobilização nas redes sociais para incentivar doações para cinco ONGS que ajudam mulheres em situação de violência. 

São elas: Instituto Maria da Penha, Apolônias, União de Mulheres da Amelinha Teles, Instituto Patricia Galvão e Centro de Referência para Mulheres da UFRJ. 

A Malwee, marca parceira da campanha, confeccionou 50 camisetas com a hashtag da ação, que serão usadas pelas equipes das sete redações, além de modelos, atrizes e influenciadoras "amigas" de cada veículo a fim de criar um engajamento maior em torno da causa.

Abaixo, conheça um pouco mais de cada ONG: 

Instituto Maria da Penha

Fundado em 2009, com sede em Fortaleza e representação em Recife, o Instituto Maria da Penha (IMP) é uma organização não-governamental sem fins lucrativos. O seu surgimento está diretamente ligado à história de vida de Maria da Penha, que se tornou um símbolo de luta no combate à violência doméstica contra a mulher.

Apolônias Do Bem 

O Apolônias do Bem oferece tratamento odontológico integral e gratuito às mulheres que vivenciaram situações de violência e tiveram a dentição afetada durante as agressões. Desde 2012, quando começou a ser desenvolvido, ele já garantiu atendimento a 1000 mulheres cisgênero e transgênero de todo o Brasil.

Instituto Patrícia Galvão

Com 18 anos de atuação, o Instituto Patrícia Galvão é uma organização feminista de referência nos campos dos direitos das mulheres e da comunicação. Fundado em 2001, o Instituto é uma organização social sem fins lucrativos que atua de forma estratégica na articulação entre as demandas pelos direitos das mulheres e a visibilidade e o debate público sobre essas questões na mídia.

União de Mulheres da Amelinha Teles

A União de Mulheres do Município de São Paulo atua há 34 anos, defendendo os direitos das mulheres. Sua história se entrelaça com a história do feminismo no Brasil. Projetos como o "Promotoras Legais Populares" e o  "Maria, Marias" que levam a educação popular feminista em direitos para mulheres que, na construção coletiva do conhecimento com outras mulheres.

Tags: responsabilidade-social | violência-contra-a-mulher | #JuntxsSomosMaisFortes