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Amazonas Film Festival fecha com chave de ouro

Por: 0 13 de Novembro de 2013

O encerramento do 10º Amazonas Film Festival (AFF) terminou ao som de uma das maiores riquezas culturais do Estado: o Boi-bumbá. O reconhecimento local é uma característica do Festival, que já conta com a participação de pelo menos 60% dos profissionais do Amazonas nas produções inscritas. Um dos prêmios mais esperados da noite, o de melhor longa-metragem, foi concedido ao indiano “LunchBox”, do diretor Ritesh Batra. Embora não tenha apostado fichas na escolha dos premiados, o presidente de honra do Festival, cineasta Roberto Farias, confidenciou sua torcida por “Olho Nu”, filme de Joel Pizzini, que narrou a carreira do artista Ney Matogrosso. [caption id="attachment_341085" align="aligncenter" width="560"] Os participantes comemoram o sucesso da décima edição do Festival (Foto: Alexandre Fonseca).[/caption] Apesar de todo o clamor do público, o único longa nacional que conseguiu angariar “Voos da Floresta” foi “Entre Nós”, com os prêmios de melhor ator, pela performance de Caio Blat, e de melhor fotografia. Farias comentou sobre a felicidade de ter sido nomeado para o cargo de presidente de honra da décima edição do AFF. Conforme o artista – que trabalha no projeto “Exílio e a Morte do ex presidente João Goulart”, sem data de estreia prevista –, “A escolha é um reconhecimento que envaidece qualquer pessoa”. O cineasta foi responsável pela entrega do melhor filme da Mostra Competitiva de Curtas Metragens em âmbito nacional, concedido a animação “Quinto Andar”, de Marco Nick, obra que também levou para casa o reconhecimento de melhor diretor. O prêmio de melhor fotografia e ator foi para “Os Irmãos Mai”, de Thais Fujinaga, que também teve seu nome escolhido para receber o troféu “Aquisição Canal Brasil” e terá a oportunidade de ver o curta exibido pelo canal televisivo.  Segundo ela, o AFF “é uma janela para mostrar as produções a várias pessoas”. A nova geração de cineastas amazonenses também foi reconhecida na categoria Curta Amazonas Jovem Cidadão. O prêmio de melhor filme foi concedido a “Para Sempre”, da aluna Maria Olívia, que representou os mais de 45 mil alunos do governo do Estado. Fonte: Luana Gomes/Jornal Em Tempo.

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