Antes de mais nada, convém explicar que uma farsa corresponde ao gênero teatral de caráter puramente caricatural, uma crítica à selvageria de modo geral, sem preocupação com questionamentos de valores.

A farsa da fábula da concorrência

17/10/2017

Antes de mais nada, convém explicar que uma farsa corresponde ao gênero teatral de caráter puramente caricatural, uma crítica à selvageria de modo geral, sem preocupação com questionamentos de valores.

Já, a fábula é uma composição literária curta, escrita em prosa ou verso em que os personagens são animais que apresentam características humanas, muito presente na literaturainfantil.

Pois bem, sirvo-me da Literatura para contar a Farsa da Concorrência. Um história de burros, burricos, que foram chamados a concorrer para cuidar de vasta área de uma empresa estatal do Reino dos Burros, chamado Burrilândia. 

Na Burrilândia, a tal empresa, andava desmoralizada, pois muitos cavalos, inflitrados entre os burros, vinham comendo o pasto dos burros, por baixo dos panos, digo, dos pastos, subornando burros-chefes e propinando e empinando bestas.

Desde que tudo foi descobero, num lava-burros, os dirigentes da empresa resolveram moralizar as coisas. Os novos dirigentes resolveram arrumar as coisas, colocando pastos quentes sobre o que se passou e culpando todos, em especial os funcionários, menos a si mesmos, não entendendo, ou fingindo não entender que só quem tinha poder dava as ordens. Coisa de burros.

Pois bem, resolveram fazer a tal concorrência e convocaram, óbvio, grupos de burros para tal. E, dentre as propostas sem noção, pediram descontos máxmos sobre criação e planejamento, de preferêncoa o maior percentual de desconto neste item, para se ganhar a fabulosa concorrência.

Como nenhum Grupo deu coice, mesmo havendo entre eles uma Instituição que propunha uma Tabela de Valores justa para o trabalho, a empresa deu ganho a quem zerou a a Tabela??????Bom, nós, que estamos lendo a farsa e não somos burros, sabemos que não há como não remunerar tão relevante time de profissionais como os burros de criação e planejamento, especialmente para dar soluções de gestão sobre o pasto imenso. Haja criatividade e planejamento, não? Só burro acredita que alguém trabalha de graça como ele. Epa, mas são burros mesmo. Tá explicado.

Dito isso, concorrência terminada, podemos terminar nossa farsa aqui.

Podemos aplicar uma moral da história aqui. O problema é saber se não fazê-lo será AMORAL ou IMORAL.

Por outro lado, é uma farsa, de uma fábula, uma alegoria e brincadeira. 

Você se perguntará, ou me perguntará, se é verdade. Direi: Não sei.

A questão é: Você já participou de Concorrência de burro? 

Aqui, para concluir, busco a moral da história que pode auxiliá-lo toda vez que for chamado a uma concorrência similar:

“Se te chamarem para uma mesa de Pôquer e, nas três primeiras mãos, você não descobrir quem é o ótário da mesa, saia do jogo, porque o otário, nesse caso, é você.”

Não concorra com burros, eles não são tão burros assim.


 


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